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Viveiros para Produção de Mudas de Café Conilon

Confira o artigo sobre os viveiros para produção de mudas de café conilon, escrito por Aymbiré Francisco Almeida da Fonseca, et all.

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As mudas de café conilon podem ser formadas via sementes (sexuadamente) ou através de partes vegetativas, como estacas (assexuadamente). Em quaisquer dos casos, o material para propagação deverá ser proveniente de plantas matrizes selecionadas, produtivas, sadias, com características agronômicas superiores e, sobretudo, de material genético recomendado e devidamente registrado para as regiões nas quais as mudas serão utilizadas.

Os viveiros para produção de mudas de cafeeiro têm como objetivo atender à demanda interna da propriedade ou para fins de comercialização, apresentando grande variedade de estrutura física e capacidade de produção de mudas, tanto em quantidade como em qualidade. A escolha do tipo mais adequado, para cada situação, depende da finalidade do viveiro, se comercial ou uso próprio; do material mais facilmente disponível no local; da duração desejada para a produção de mudas; e do conhecimento e nível tecnológico do produtor ou dos viveiristas (MATIELLO, 1998; MATIELLO et al., 2005).

Construção do viveiro

Para a produção de mudas de variedades propagadas por sementes, o viveiro pode ser construído com materiais mais rústicos, disponíveis na propriedade, como ripas de madeira ou bambu; podem ser cobertos com materiais como folhas de palmeiras, capim-elefante ou outro qualquer que proporcione efeito semelhante.

Os viveiros devem ser construídos com cobertura voltada para o sentido norte-sul, seguindo as especificações técnicas. Os canteiros devem possuir de 1,0 a 1,2 m de largura e comprimento variável, separados por corredores de 0,6 m de largura (Figura 28), para facilitar a passagem das pessoas, os tratos culturais e o transporte das mudas. As vias externas devem possuir largura compatível com a movimentação dos veículos utilizados (De MUNER et al., 2000).

Para produção de mudas clonais, os viveiros podem apresentar diferentes características, dependendo do propósito com que é conduzido (FONSECA et al., 2005b). Em quaisquer dos casos, requer cerca de 50% a 70% de sombreamento no período de enraizamento (BRAUN et al., 2007). Necessita de irrigação automatizada para manutenção da umidade do substrato e do ar, evitando, assim, perda excessiva de água por transpiração. Desse modo, as mudas clonais são produzidas, na quase totalidade dos casos, em viveiros cobertos por sombrite e com sistema de irrigação por microaspersão (ESPINDULA; PARTELLI, 2011).

Os comerciais, normalmente com capacidade de produção de grande quantidade de mudas são, em geral, construídos com materiais mais duradouros e, quase sempre, são mais bem equipados, tendo em vista os cuidados exigidos pelo material propagativo. Devem ser cobertos com sombrites para a redução de 50% da radiação incidente. As laterais devem ser protegidas com lonas plásticas transparentes para a manutenção em seu interior de temperatura e umidade relativa mais elevadas. Esses fatores podem contribuir para o aumento do índice de aproveitamento das estacas e para a redução do tempo necessário à produção das mudas, conforme mostra a (Figura 29).

Apesar dos cuidados requeridos, a produção de mudas clonais também pode ser realizada pelos próprios cafeicultores, mesmo em pequenas propriedades, utilizando-se estruturas mais rústicas e de baixo custo. Nesses casos, conforme descrito por Silveira e Fonseca (1995), podem-se utilizar viveiros convencionais, com as estacas plantadas sob coberturas ou túneis de material plástico transparente, dispostos no interior do viveiro, dentro dos quais são mantidos recipientes com água para favorecer a manutenção de alta umidade relativa do ar (Figura 30).

Localização do viveiro

Os viveiros devem ser construídos em locais de fácil acesso, com pequeno desnível para facilitar o escoamento do excesso de água. Também devem ter disponibilidade de água de boa qualidade e facilidade para irrigação, protegidos de correntes de vento e de enxurradas e livres de ervas daninhas, principalmente tiririca e grama-seda (De MUNER et al., 2000).

Quando o viveiro for destinado à produção de mudas para comercialização, deve-se analisar a sua proximidade em relação ao mercado consumidor. Para facilitar a operação de entrega e transporte das mudas, deve-se evitar o tráfego de animais e de pessoas para não disseminar plantas daninhas, pragas e doenças. No caso de produção de mudas clonais, o viveiro deve ser instalado próximo ao jardim clonal.

A área a ser ocupada dependerá do número de mudas a serem produzidas e do tamanho do recipiente utilizado, seja sacolas ou tubetes. De modo geral, em cada metro quadrado de canteiro, são acomodadas entre 180 e 200 mudas de sacolas, dependendo do tamanho das sacolas utilizadas. No caso do uso de tubetes com capacidade de 280 ml de substrato, as bandejas dispostas diretamente no solo suportam 207 tubetes/m2; enquanto que para bandejas suspensas planas, 218 tubetes/m2.

Confecção dos canteiros

A produção de mudas de cafeeiro conilon deve ser realizada através da semeadura ou do plantio das estacas diretamente nos recipientes previamente preenchidos com o substrato e dispostos em canteiros. Não se recomenda a utilização de pré-germinadores ou de canteiros com leitos de areia de modo a evitar a bifurcação e má distribuição do sistema radicular das mudas, tanto as propagadas por sementes como por estacas.

Os recipientes nos quais será efetuada a semeadura ou estaqueamento podem ser dispostos em canteiros, diretamente sobre o solo, ou suspensos, suportados por estruturas de madeira, cantoneiras de chapas de metal ou por grade reticulada de arame.

No solo, os canteiros podem ser cobertos com areia e sobre ela dispor mantas apropriadas, com objetivo de facilitar a drenagem do excesso de água e impedir o crescimento de plantas invasoras.

No caso dos canteiros suspensos, embora exista um custo adicional, há maior facilidade de realização dos tratos culturais, além de ser mais eficiente no controle de plantas invasoras, pragas e doenças. Nesses casos, são confeccionados a uma altura média de 0,9 m a partir do solo. Nesse sistema, os recipientes, mais comumente os tubetes, são encanteirados em bandejas ou em telas, onde são encaixados. Os tubetes são geralmente suportados por estruturas que os mantém suspensos para que as raízes não cresçam além dos limites do recipiente, prevenindo que não se enovelem.

Os leitos de enraizamento podem também ser utilizados, contudo não é uma prática comumente recomendada, uma vez que o cafeeiro conilon apresenta excelente capacidade de enraizamento. No entanto, alguns clones podem apresentar baixa capacidade de rizogenese, sendo, nesses casos, o estaqueamento em leitos especiais uma prática necessária.

O sistema de estufim não é indicado para regiões quentes, pois esse tipo de cobertura pode gerar aquecimento excessivo. O sistema é recomendado, principalmente quando o estaqueamento é efetuado em regiões e/ou períodos frios. O tempo de permanência no leito de enraizamento vai variar de acordo com a capacidade de rizogenese dos clones. Deve-se monitorar as estacas e quando ocorrer o “calejamento”, efetua-se o transplantio para o recipiente definitivo.

Recipientes

As mudas de cafeeiro podem ser produzidas em sacolas de polietileno opaco, dotado de orifícios de dreno ou recipientes tipo tubetes. As sacolas de polietileno ainda são as mais utilizadas para a produção de mudas de café conilon, seja para produção de mudas de sementes ou clonais. O tamanho dos recipientes pode variar de 9,0 a 11,0 cm de largura e 18,0 a 20,0 cm de comprimento para mudas de sementes e 11,0 a 20,0 cm de largura e 21,0 cm de comprimento para mudas clonais. Devem possuir ao menos 30 perfurações da metade inferior do recipiente até a parte basal visando a facilitar a drenagem do excesso de água.

A produção de mudas de café utilizando-se tubete como recipiente, proporciona redução na necessidade de mão de obra, otimização dos tratos culturais e facilita a logística de transporte das mudas.

Para a produção de mudas oriundas de sementes, têm sido obtidos bons resultados (MARANA et al., 2008; BRAUN et al., 2009). No entanto, na produção de mudas clonais, os estudos ainda são poucos. Ronchi e DaMatta (2007) relatam efeito negativo da produção de mudas em tubetes, principalmente se as mudas permanecerem por longo período em recipientes de pequenas dimensões. Contudo, em muitos viveiros são obtidas mudas clonais vigorosas e com sistema radicular bem formado utilizando tubetes com maiores dimensões (aproximadamente 280 cm³). Apesar do relativo sucesso obtido nesses viveiros, a utilização de tubetes para produção de mudas clonais de café conilon precisa ainda ser estudada quanto a alguns detalhes importantes, como a capacidade e o formato dos recipientes, a nutrição das plantas, o manejo do viveiro, entre outros.

Substrato para a produção de mudas

Na produção de mudas de café conilon, é usualmente empregado o binômio sacos plásticos x “terra de barranco”. No entanto, essa prática aumenta os custos com transportes, tratos culturais das mudas e aumenta também a possibilidade de disseminação de patógenos de solo, principalmente nematoides. Além disso, acarreta ainda prejuízos ambientais pela grande movimentação de solo. A cada ano, são produzidas no Brasil dezenas de milhões de mudas de café, provocando a movimentação de dezenas de milhares de metros cúbicos de solo.

A “terra de barranco” ou de subsolo corresponde àquela de horizontes subsuperficiais, retirada da camada abaixo dos primeiros 10,0 cm a partir da superfície, o que varia em função do tipo de solo. Para evitar o uso de substrato contaminado com nematoides, não se deve coletar solo em áreas em uso ou já utilizadas com lavouras de café, hortas e/ou viveiros comerciais de mudas de café e outras espécies. O solo deve ser peneirado para eliminar pedras, torrões, raízes, etc.

Deve-se realizar a análise química e física do solo para determinação da necessidade de sua correção e de fertilização das mudas, bem como da adição de material orgânico ou areia para o ajuste da textura. Os solos argilosos com 60% ou mais de argila necessitam de adição de areia grossa na base de 10 a 20% em volume. Solos arenosos com 15% de argila para menos exigem maior quantidade de matéria orgânica volumosa, 40% em volume (SANTINATO; SILVA, 2001).

O substrato para enchimento das sacolas pode ser preparado seguindo-se a seguinte composição para cada metro cúbico:

• 700 a 800 L de “terra de barranco” ou de subsolo, peneirada;

• 200 a 300 L de esterco bovino ou palha de café, bem curtido;

• 5,0 kg de superfosfato simples.

Para a produção de mudas clonais, os recipientes contendo o substrato anteriormente descrito devem permanecer em repouso por um período não inferior a 30 dias, antes do plantio das estacas, dispostas nos canteiros definitivos dos viveiros, recebendo irrigações constantes (Figura 31). O plantio em substrato recém-preparado causa expressivo decréscimo no índice de pegamento (SILVEIRA; FONSECA, 1995).

Para a utilização de tubetes, é recomendável o uso de substratos alternativos ao tradicional, que usa “terra de barranco” como base. Geralmente são utilizados substratos comerciais que se mostram bastante eficientes, mas, no entanto, aumentam o custo de produção das mudas. Além disso, as variações entre os diversos produtos disponíveis dificultam a padronização de tratos culturais.

Para utilização destes substratos, deve-se priorizar a o uso de fertilizantes de liberação controlada, de forma a favorecer a eficiência do processo (SERRANO; CATTANEO; FERREGUETTI, 2010).

Ao se utilizar substratos alternativos para a produção de mudas, especial atenção deverá ser dispensada a nutrição das mesmas, pois há a necessidade de aplicações frequentes de nutrientes, devido principalmente a sua lixiviação. Assim, a utilização de adubos de liberação controlada dos nutrientes torna-se uma das alternativas para aumentar a eficiência das adubações (SERRANO; CATTANEO; FERREGUETTI, 2010).

Plantio das sementes e das estacas no viveiro

Semeadura para produção de mudas por semente

Para a produção de mudas de café a partir de sementes de modo a evitar o comprometimento no desenvolvimento do sistema radicular, recomenda-se que a semeadura seja feita diretamente nos recipientes. Efetua-se a semeadura de duas sementes por sacola, próximas uma da outra, diretamente nos recipientes, a uma profundidade de 1,0 cm. Em seguida, as sementes são cobertas com uma camada fina de areia, e os recipientes com sacos de estopa visando a evitar que a água de irrigação ou mesmo das chuvas as descubra, além de conservar a umidade e diminuir o aparecimento de ervas daninhas (Figura 32).

A germinação geralmente inicia-se cerca de 35 a 45 dias após a semeadura. Nesse momento, a cobertura aplicada diretamente sobre os canteiros deve ser retirada. Após a germinação e o desenvolvimento inicial das novas plantas, efetua-se o desbaste, deixando-se apenas uma delas em cada recipiente, a mais vigorosa e sadia. As mudas desbastadas não devem ser aproveitadas para replantio em outro recipiente.

Plantio das estacas para produção de mudas clonais

As estacas já preparadas e prontas para o plantio são, então, conduzidas ao viveiro, devendo ser plantadas o quanto antes. Devem ser introduzidas no substrato, previamente preparado, até a altura da inserção das folhas (Figura 33). Visando a reduzir as operações necessárias ao replantio de estacas perdidas, pode-se manter, entre as mudas de um mesmo clone, estacas suspensas nos espaços entre os recipientes, de modo a evitar o retorno aos jardins clonais para novas coletas de pequenas quantidades de estacas.

Em condições climáticas favoráveis, os “calos” aparecem entre 30 e 40 dias após o plantio das estacas, e as primeiras raízes a partir de 50 dias. No viveiro, as mudas permanecem por um período de aproximadamente quatro a cinco meses, dependendo da época do ano. Em períodos mais quentes, a formação dos “calos” e a emissão das brotações originadas das gemas vegetativas existentes nas axilas das folhas são normalmente mais rápidas, tornando possível a produção das mudas em um período total de 120 a 130 dias, incluindo o período de pelo menos 20 dias para aclimatação (Figura 34).

Condução das mudas seminais no viveiro

Deve-se fazer o monitoramento das mudas quanto à incidência de plantas daninhas, pragas e doenças. As sacolas com as mudas deverão ser mantidas sempre livres de plantas daninhas. As principais pragas são as lagartas, os grilos e as formigas e as doenças mais comuns são as que provocam o tombamento, a cercosporiose e a ferrugem.

É comum, em viveiros, a morte de mudas causada por fatores abióticos, ou seja, onde não há o envolvimento de organismos vivos. É importante a realização de um diagnóstico correto para que seja evitado o uso de medidas inadequadas, que muitas vezes não trazem qualquer efeito, como se tem verificado constantemente.

Algumas recomendações gerais podem contribuir para reduzir o aparecimento e a disseminação dessas doenças em viveiros: utilizar material genético resistente; adubar equilibradamente, com especial cuidado para o nitrogênio, principalmente em aplicações foliares; evitar o excesso de sombreamento e aplicação de água em demasia; cuidar para que haja boa drenagem da água de irrigação; realizar, quando necessário, pulverizações com defensivos específicos em conformidade com as pragas e doenças utilizando sempre produtos recomendados e registrados para a cultura.

Adubações nos viveiros

As adubações das mudas devem ser realizadas com base no monitoramento diuturno do viveiro e pelo acompanhamento do seu estado nutricional através de análise foliar. Em média, utiliza-se aproximadamente de 15 a 20 g de ureia ou cerca de 30 g de sulfato de amônio, diluídos em 20 L de água, aplicados a cada 30-40 dias, totalizando, no máximo, quatro aplicações em todo o processo de formação das mudas. Além das adubações nitrogenadas, deve-se aplicar produtos à base de micronutrientes, também a cada 40 dias, na dosagem equivalente a um terço da quantidade recomendada para lavouras adultas (BRAGANÇA; LANI; De MUNER, 2001).

Após as adubações, as mudas devem ser submetidas imediatamente à irrigação com água pura, para que os fertilizantes retidos nas folhas sejam lavados e não promova sua desidratação.

Irrigação

A irrigação de viveiros de mudas de sementes é relativamente mais simples do que a de viveiros clonais, bastando que se cuide para que não haja falta d’água nem seu fornecimento excessivo. O método usado para o suprimento de água pode ser até mesmo de regas manuais com mangueiras ou regadores, com atenção para a distribuição regular.

Os viveiros de mudas clonais devem ser irrigados preferencialmente pelo método de microaspersão por nebulização (Figura 35). Devem ser munidos com dispositivos de temporização, para tornar o processo automatizado, com irrigações intermitentes. Esses dispositivos ativam o sistema de irrigação a cada período determinado de tempo ou conforme a umidade relativa no ambiente. Os temporizadores podem ser adquiridos no comércio especializado ou construídos na propriedade com materiais variados, dependendo da criatividade do cafeicultor.

Na propagação clonal, até o início da emissão de raízes e brotações, é importante que a umidade relativa do ar no interior dos viveiros seja mantida próxima a 100%, daí a necessidade da manutenção de recipientes com água no interior das câmaras úmidas, conforme recomendação de Silveira e Fonseca (1995).

Aclimatação

A aclimatação das mudas é necessária para que elas suportem melhor as condições de estresse quando forem levadas definitivamente ao campo. Durante o processo de aclimatação, as mudas são retiradas do viveiro, onde se encontravam mais protegidas, sendo então expostas gradativamente ao sol pela retirada da cobertura de forma paulatina e irrigadas com menor frequência para que se adaptem melhor às condições de campo. A aclimatação das mudas pode ser iniciada a partir do terceiro par de folhas e pelo menos 30 dias antes do plantio no campo.

No processo de aclimatação, podem ser usadas coberturas bastante rústicas, como as utilizadas em viveiros tradicionais, tais como folhas de palmáceas. A duração do referido processo leva entre 20 e 30 dias, podendo ser maior no caso de condições ainda inadequadas para o plantio.

Quando se usa a cobertura do viveiro com sombrite, a aclimatação pode ser feita pela exposição progressiva das mudas ao sol através da retirada gradual da cobertura do viveiro evitando o deslocamento das mudas (Figura 36).

Durante a aclimatação, é recomendável que as adubações sejam suspensas, ou minimizadas, para que haja o estímulo do crescimento do sistema radicular, pois, após o plantio definitivo, haverá maior dificuldade de sobrevivência daquelas mudas mais dependentes da pronta disponibilidade de água e nutrientes. A disposição das mudas nos canteiros de aclimatação deve ser feita levando-se também em consideração o seu tamanho, ou seja, as mais desenvolvidas devem ser reagrupadas separadamente das menos desenvolvidas, de forma a não retardar ainda mais o crescimento dessas últimas (Figura 37).

Antes da retirada das mudas para o plantio definitivo, os diferentes lotes devem passar por um processo de avaliação visando a disponibilizar aos produtores apenas as mudas de melhor qualidade. As características consideradas nessa etapa são as seguintes: idade, altura, coloração das folhas, sintomas de incidência de pragas e doenças, quantidade e distribuição do sistema radicular, consistência do substrato, entre outras (Figura 38).

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Ou clique no link:

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Fonte

FERRÃO, Romário Gava; DA FONSECA, Aymbiré Francisco Almeida; FERRÃO, Maria Amélia Gava; DE MUNER, Lúcio Herzog. Café Conilon. 2ª ed. Vitória – ES: Incaper, 2017.

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Murilo Salvador
Murilo Salvador
Técnico Agrícola com Habilitação em Agropecuária (IFES); Licenciado em Ciências Agrícolas (IFES) e Bacharelando em Medicina Veterinária (UNESC).